domingo, 7 de fevereiro de 2010

O Caderno



O Caderno é minha casa
As letras são os móveis que tento arrumar da melhor maneira possível
As Ruas são as linhas por onde caminho sempre que me perco
E onde sempre consigo me encontrar
As flores, palavras, ponto, vírgula
São as paisagens que admiro sempre por onde vou
O ar que respiro é composto de ideias e inspiração
Meus livros são meu alimento e os devoro com tanto prazer
Poucos vieram a minha casa
Poucos caminharam comigo nas ruas
Quando me vejo acuado
Com problemas
Preciso apenas ir para minha casa
Alimentar-me
Arrumar os móveis
Caminhar nas ruas
Olhar a paisagem
Respirar um pouco de ar puro
Depois disso, basta uma boa noite de sono
E tudo ficará bem
Pois o sono nada mais é
Do que as coisas que escrevo





2 comentários:

Veronik disse...

gracias por leer mi blog, me siento lisojeada a ser leída por nadie hasta ahora, he leído tu blog y las cosas que escriben son tan hermosas, que su poema titulado "El diario de Noa" expresa exactamente lo que pienso de mi diario, más o menos la que escribió, ventilador tonei y siempre estoy aquí leyendo las cosas hermosas que escribes muchos besos

Ábia Costa disse...

Perfeito...amei
Me identifiquei tanto com o verso "Meus livros são meu alimento e os devoro com tanto prazer"

Parabéns, aplaudindo em meio a suspiros emociados

bjus,querido

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